Patinha Antão, que na campanha eleitoral fez questão de dizer, de quinze em quinze minutos, que é Professor Doutor, não foi além do último lugar, com apenas 294 votos (0,67 por centos).
Pergunta-se: - Se para se candidatar os militantes tiveram que apresentar 1.500 assinaturas, em quem votaram os outros 1.204?
Santana Lopes ficou muito próximo de Passos Coelho, mas em terceiro, com 13.115 votos, correspondentes a 29,82 por cento do total.
Passos Coelho ficou em segundo lugar nas eleições directas do PSD, com 13.664 votos, correspondentes a 31,07 por cento dos votos.
Manuela Ferreira Leite obteve 16.564 votos, com 37,6 por cento dos votos, num universo total de 43.983 votantes (registaram-se 250 votos brancos e 46 nulos).

Francisco Lobo - que fez parte do executivo da Câmara Municipal de Setúbal, de 1974 a 1986, quer como membro da Comissão Administrativa, de que foi coordenador, quer como vereador e presidente da autarquia - apresentou, esta quarta-feira, perante uma assembleia que enchia por completo o Salão Nobre dos Paços do Concelho, o livro «Histórias de Setúbal – 1974 a 1986»
Na introdução ao livro, o ex-edil sadino escreve:
“Fazer a história das cidades é manter vivo o conhecimento dos mais diversos acontecimentos que, ao longo dos tempos, serviram para a caracterizar. O que a memória perde é como se não tivesse existido. E não são só os grandes eventos e os grandes ciclos – como o crescimento urbano, a evolução económica, as situações sociais, as actividades culturais e desportivas, a estagnação – que marcam a história. Acontecimentos simples, caracterizadores de uma época, ajudam a compreendê-la melhor.”
Diz-nos o «Diário Económico» desta quinta-feira, na página 8, que “18% dos portugueses não tem conta bancária”.
Com o pressentimento político que se lhe conhece, Mário Soares lançou ontem um sério aviso ao PS, através das páginas do “Diário de Notícias”, para as situações de pobreza e de desigualdades sociais, resultantes “deste capitalismo do desastre”, que colocam Portugal num plano tão socialmente desigual e injusto quanto “a América de Bush”.
Advertindo que avisa o PS porque “quem vos avisa vosso amigo é”, Mário Soares sugeriu aos actuais responsáveis socialistas “uma reflexão profunda” sobre a pobreza e as desigualdades em Portugal, que tão notórias se tornaram nos índices europeus, o descontentamento das classes médias, a saúde, a educação, o desemprego. Enfim, com tempo para uma actualização das leituras de esquerda, Soares recomendou aos governantes socialistas que façam o que ele lhes diz e não o que ele fez enquanto governante.
Senão, o que é que acontece? Os fundamentos da democracia portuguesa afundam-se em desigualdades pelo menos tão gritantes como as que existiam no tempo do “regime anterior”, uma parte considerável dos portugueses sofre na mais apagada e vil pobreza? A questão não é essa. A questão é que se o PS não apresenta, “rapidamente”, uma simulação de sensibilidade social, uns arezinhos de esquerda – mesmo que sejam só… ares – “o PCP e o Bloco de Esquerda continuarão a subir nas sondagens, inevitavelmente”. Disse Mário Soares e agora não diga o PS que ninguém o avisou.
O grau de empedernimento do PS actual e do respectivo Governo em relação às questões sociais é de tal monta que Mário Soares se sente na necessidade de lançar o aviso. Senão, vêm aí o PCP e o Bloco de Esquerda, o “Gonçalvismo” e o PREC. E depois? Depois o Pai Natal… “pumba”… come o coelhinho…
jpguerra@economicasgps.com
João Paulo Guerra «Diário Económico»
Dois comerciantes de Leiria trocaram, como forma de protesto pelo aumento da gasolina, as carrinhas pela carroça puxada por burro e colocaram um letreiro onde se lê: “Litro de gasolina 1,49 euros. Passo de burro 0,00 euros”.
Só que se esqueceram de contabilizar o preço da palha…
Portugal está cheio de fome: de justiça, de cultura, de instrução, de governo, de esperança - e fome de comer. Os números são assustadores. Gente com a autoridade moral de Isabel Jonet e Bruto da Costa advertem-nos para a iminente catástrofe, não apenas consubstanciada em agitação e confronto, mas, também, na irremediável perda dos laços sociais. O imperativo de consciência determina que nunca actuemos de forma a ausentarmo-nos das regras legítimas da socialização. Este Governo tripudia sobre essas regras.
Há dias, no Parlamento, assistimos a um episódio repulsivo: ao sorriso escarninho de Sócrates, quando Santana Lopes se referiu ao problema da fome em Portugal. Independentemente do que possamos pensar das duas personagens, concentremo-nos no facto em si. Sócrates perdeu, em definitivo, o perfil de homem de Estado. Não respondeu, esgueirou-se numa retórica fatigada e fatigante - e sorriu, como se o problema lhe não dissesse respeito, e o Governo não fosse o fundamental instrumento da mediação.
Aliás, o primeiro-ministro está a ausentar-se, cada vez mais, dos conflitos e das explicações que nos deve sobre a sua origem e causas. Coloco à margem deste texto as mentiras, as omissões, o incumprimento de promessas, a celeridade com que se desdiz. Mas relevo a extraordinária decisão de não se envolver na questão dos combustíveis, sob a grotesca legenda de que o «mercado está a funcionar.»
Não subscrevo a grosseria de Santana Lopes quando o apelidou de «socialista de meia-tigela»; mas aceito qualquer outra declaração sobre o facto de que o homem não é socialista nem tem nada a ver com socialismo. Falta-lhe grandeza, educação social e política, sensibilidade, falta de prospectiva, capacidade de criar uma relativa igualdade entre as pessoas, admissão das razões do outro - transparência sem ambiguidade e clareza sem ambivalência.
Pouco ou nada sabemos do que se passa em Portugal e muita coisa se passa fora do alcance do nosso conhecimento. O DN de anteontem assinalava que o sinistro Jean-Pierre Bemba, antigo alto dirigente da República Democrática do Congo, e acusado de crimes contra a humanidade, vivera, durante um ano, numa residência na Quinta do Lago, custodiado por um dispositivo de segurança da PSP. Ao que parece, a «protecção» fora apadrinhada por Durão Barroso. O ministro dos Estrangeiros falou - e nada disse. É na própria variação dos incidentes que se estabelece e se desenrola uma relação. A mobilidade entre a distância e a proximidade dos factos fornece-nos o retrato político, social e moral dos protagonistas.
A diferença entre a expressão legítima de um socialista e a conduta de quem se diz tal, torna claros os arbítrios sob os quais temos vivido. E muito nítidos os hediondos sorrisos de Sócrates.|
Baptista-Bastos, escritor e jornalista, b.bastos@netcabo.pt «Diário de Notícias»
Mário Soares alertou o Partido Socialista para dar mais atenção aos desfavorecidos, o que não caiu bem nas hostes socialistas, principalmente nas “renovadas”, como Mário Lino, que se apressou a dizer que o “Governo não está a dormir…”
Mas, tal como me dizia meu avô, quando me queria chamar a atenção sobre a grande importância de qualquer assunto, me perguntava: - “Ouviste o tiro?”
E, tal como o meu “velho” me ensinou, convém que se atente nos avisos de Soares, que alerta o partido de que foi um dos fundadores (e não o fundador, como se diz) para o perigo de “crescimento do PCP e do BE”…
A grande alteração na vida da Função Pública tem a ver com a lógica das progressões na carreira, que deixam de ser automáticas.
Está correcto, porque esta coisa de secretário de Estado pensar que irá ser ministro e este depois sonhar com o lugar de chefe do Governo, para mais tarde se candidatar a Presidente da República, foi chão que deu uvas…
Dizem os jornais que os funcionários públicos vão sentir reforma em Janeiro.
Consta que a primeira novidade dessa reforma é a saída do secretário de Estado da Administração Pública, João Figueiredo.
Santana Lopes diz que a expressão “Socialista de meia-tijela” não é ofensiva.
É capaz de ter razão, pois o ex-primeiro-ministro e pseudo candidato a tal quererá ficar com a outra metade…
"Se a humanidade tivesse, realmente, desejado conseguir o que está certo, já há muito tempo o teria conseguido".
- William Hazlitt (1778-1830) - ensaista britânico.
Portugal foi hoje apontado em Bruxelas como o Estado-membro com maior disparidade na repartição dos rendimentos, ultrapassando mesmo os Estados Unidos nos indicadores de desigualdade.
O escritor e jornalista Baptista-Bastos interroga-se sobre “Onde está o lado Certo”, mas acaba por dar a resposta dizendo que “O lado certo está quando recusamos a indiferença e não admitimos a resignação”.
José Sócrates fuma nos aviões e, acaso, fora deles; Sarkozy é muito dado às pequenas; Gordon Brown rói as unhas; o filho da princesa Ana de Inglaterra casou-se com uma canadiana; Hugo Chávez perdoou a Espanha a grosseria de El-Rei; a actriz Ellen Degeneres anunciou a felicidade que a inunda, pois vai trocar alianças matrimoniais com Portia de Rossi, a companheira de mesa e de leito; Campos e Cunha, economista, professor e antigo ministro, amolga o carácter de Manuela Ferreira Leite, acusando-a de "esfaqueamento" pelas costas; Pedro Santana Lopes qualifica a referida senhora de "deprimente"; Bush revela-se um pouco alarmado com a América Latina, "demasiado vermelha"; o PSD parece um saco de gatos, mas três "cientistas políticos", Marina Costa Lobo, André Freire e António Costa Pinto sossegam o nosso alvoroçado espírito, afiançando ser "normal" a crise naquele partido, o qual não corre "perigo de extinção"; em escassos cinco dias o preço dos combustíveis subiu duas vezes, e o admirável ministro Teixeira dos Santos declama, à posteridade, que "temos de nos habituar"; enfim, o dr. Bagão Félix publicou um livro de contos, O Cacto e a Rosa, por ele próprio definido como "histórias mais ficcionalmente reais do que realmente ficcionadas".
Há, em todas estas notícias, um discreto fio que as une e, até, explica: a vacuidade, com a aparência de seriedade, em que se tornaram as sociedades nossas contemporâneas. São os caprichos do momento convertidos, pela imprensa, as rádios e as televisões, nas falsas evidências da razão. E embora saibamos (alguns) que o tempo é mais importante do que aquilo que com ele fazemos, estamos a aceitar o temporário como definitivo, e a não compreender que a vida é um permanente processo de correcção.
Vivemos, desde a década de 80, um novo período de sufocação, que se manifesta em vários sectores: desemprego, emigração, esvaziamento ideológico e ausência da política, economia, justiça, cultura, educação. Há, hoje, dificuldade em escolher o que se julga ser o lado certo onde se deve estar. E essa dificuldade serve de pretexto para as mais vis renúncias, e de condescendência para com sórdidas traições.
Inculcaram-nos a ideia de que Portugal é inviável e de que somos um povo de madraços. Como já poucos lêem o que deve ser lido, a afirmação fez fé. Mas não corresponde à verdade. Recomendo aos meus dilectos alguns autores antagonistas da absurda tese: Vitorino de Magalhães Godinho, José Mattoso, Luís de Albuquerque, António Borges Coelho e, até, António José Saraiva. Todos interpelam o País, criticam-no porque o amam, e ensinam-nos que o passado altera-se de todas as vezes que o lemos e interrogamos.
O lado certo está, creio-o bem, quando recusamos a indiferença e não admitimos a resignação.
Um estudo realizado pelo Social Issues Research Centre (Centro de Pesquisa de Assuntos Sociais) em 17 países europeus diz-nos que os portugueses preferem o sexo a futebol.
O «Diário de Notícias» titula hoje, na primeira página: ‘Vão abrir mais 20 a 25 hospitais privados até 2009’.
A Autoridade Nacional para a Segurança Rodoviária quer “poupar” a vida a 2.700 pessoas até 2015 e colocar Portugal entre os dez países europeus com menores indicadores de sinistralidade.
O Sporting conquistou hoje a 15ª Taça de Portugal em futebol, ao derrotar na final o FC Porto por 2-0, no Jamor.
Luís Filipe Menezes, ainda presidente do PSD, abre "guerra" a Manuela Ferreira Leite quando pergunta: - “Qual é a credibilidade dela? Os sete por cento de défice ou o falhanço na Educação?". A tal procissão, o tal andor, a tal vaga de fundo não está a acontecer".
O ABC conquistou hoje a nona Taça de Portugal em andebol do seu historial, ao derrotar na final o FC Porto por 32-26, em Guimarães.

O treinador Jesualdo Ferreira e o futebolista argentino Lisandro Lopez, ambos do tricampeão FC Porto, e o guarda-redes Eduardo, vencedor da Taça da Liga pelo Vitória de Setúbal, foram distinguidos pelo CNID - Associação de Jornalistas de Desporto.
O CNID decidiu atribuir o prémio Treinador do Ano 2008 ao técnico que alcançou esta época o "bis" no campeonato ao serviço dos "dragões", enquanto Lisandro, melhor marcador da Liga (24 golos), foi eleito o melhor Futebolista do Ano 2008, com a preferência de 36,9 por cento do universo de membros votantes.
Rui Costa (Benfica), com 21 por cento, e o argentino Lucho Gonzalez (FC Porto), com 13,2 por cento, foram os outros atletas mais votados.
O guardião Eduardo, que actuou pelo Vitória de Setúbal, emprestado pelo Sporting de Braga, foi o escolhido como Futebolista Revelação do Ano 2008, com 31,5 por cento, seguindo-se Sereno (Vitória de Guimarães), com 18,4 por cento, e Rui Patrício (Sporting), com 15,7 por cento.
Baptista-Bastos, na crónica «A caneta das sete léguas» que assina no Jornal de Negócios diz a propósito d’”As mentiras da verdade”:
- A tendência dos partidos socialistas e sociais-democratas para a “modernização” conduziu-os a um vazio inobjectivo, que determina a desconfiança dos seus adeptos. Em Portugal, os traços mais dramáticos dessa ausência de reflexão (poderia dizer: dessa capitulação ideológica) encontram-se representados num PS que deixou de ser “socialista” e num PSD que nunca foi “social-democrata”.
Eis as mentiras da verdade no seu inteiro esplendor.
O primeiro-ministro veio dizer que desconhece as leis que nos obriga a cumprir. Já o seu “empregado”, o chefe da ASAE, também tentou aldrabar-nos ao dizer-nos que lhe era permitido fumar num restaurante (alegando que este estava num casino).
O primeiro-ministro, depois de ter fumado num avião (que o senhor da TAP diz que pelo facto de este ser um voo fretado não estava sujeito às regras, como se a tripulação não tivesse de continuar a ser protegida, como nas carreiras regulares) veio com a promessa de que vai deixar de fumar.
Não nos aquenta nem arrefenta que o senhor fume ou não. Apenas não acreditamos que cumpra porque estamos habituados a que não cumpra outras promessas que fez.
Diz-se na página 56, do «Diário Económico» desta quinta-feira, que “Números do IPJ contrariam discurso de Cavaco”.
O PR acusou os jovens de “alheamento” político. Diz o «DE» que as estatísticas mostram o contrário.
Os dados do IPJ dizem que “a participação dos jovens portugueses em instituições privadas ou do Estado até aumentou nos últimos anos”.
“Em 2008, inscreveram-se mais 61 mil jovens em associações de participação social ou política do que no ano passado. O mesmo aconteceu com o número total de associações registadas no IPJ: que passou de 1.275 para 1.428 em apenas dois anos.”
Alberto João Jardim anunciou que não concorre à liderança do PSD nacional.
Centros de Saúde do Alentejo melhoraram as acessibilidades a utentes com mobilidade condicionada.
O Conselho Nacional do PSD aprovou, por unanimidade, o adiamento do Congresso para 20, 21 e 22 de Junho para repor o respeito pelos estatutos do partido.
Vimos na TV o anúncio do MOPTC – Ministério das Obras Públicas Transportes e Comunicações, promovendo os transportes públicos e ficámos satisfeitos, por várias razões:
1 – O Estado vai poupar muito dinheiro, pois as frotas dos veículos atribuídos aos responsáveis de cargos públicos e gestores de empresas do Estado, passarão a ficar nas garagens.
2 – Os responsáveis dessas empresas terão oportunidade de chegar mais cedo aos seus gabinetes pois, segundo se diz no anúncio, “chega-se sempre a horas”.
3 – Porque passarão a circular menos automóveis nas estradas e nas cidades, poderemos andar mais à vontade e também chegar a tempo e horas.
Vanessa Fernandes é Penta Campeã da Europa em Triatlo.
Não há muitas a coisas a dizer…
… basta lembrar que é filha do “Velho Lau".
Quem não se lembra dele no ciclismo!
O Conselho de Disciplina da Liga Portuguesa de Futebol Profissional anunciou os castigos aplicados a três clubes e diversos dirigentes e árbitros, no âmbito do processo “Apito Final”.
João Carlos Rosas, professor de Teoria Política, diz no «Diário Económico» desta quinta-feira, que “Os discursos e gestos dos socialistas actuais perderam toda a genuidade e transformaram-se num faz-de-conta recambolesco”.
Os jornalistas espanhóis de jornais diários tornaram público , através de um comunicado, o seu desagrado face à crescente utilização das “falsas conferências de imprensa” – convocação de jornalistas para declarações institucionais sem direito a quaisquer esclarecimentos adicionais através de perguntas no final.
A Comissão Europeia abriu um processo de infracção contra Portugal pelo incumprimento da legislação ambiental europeia, considerando haver "graves deficiências" nos estudos dos empreendimentos turísticos Costa Terra, Herdade do Pinheirinho e Herdade da Comporta, todos localizados em zonas protegidas do Alentejo, segundo nos revela o Diário de Notícias.
Percebi, numa das reportagens sobre a apresentação da candidatura de Pedro Santana Lopes à presidência do seu partido, que iria “acabar com as pontes” e embora nada tenhamos a ver com a vida interna de cada agrupamento político, achei a ideia curiosa, pois há coisas tão mal feitas que o melhor é fazer túneis para que fiquem enterradas…
Ou será que o homem estava a falar das pontes que ligam feriados aos fins-de-semana?
Nunca se sabe do que é que estes políticos estão a falar...
A notícia foi editada há vários dias no «Setubalnarede» e reza assim: “O número de desempregados inscritos no centro de emprego de Setúbal desceu cerca de 2500 desde 2005”. A informação foi dada por Margarida Moura, directora do Centro de Emprego de Setúbal, durante a visita de Marisa Costa, deputada socialista na Assembleia da República, às instalações do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) do concelho. Margarida Moura explica que o número de inscrições em 2005 eram de 9865 utentes e actualmente estão registados 7224 utentes. Marisa Costa considera este decréscimo no número de inscrições como “importante”, pois “o emprego é um factor determinante para a qualidade de vida”.
Muitos milhares de pessoas assistiram ao desfile de 92 carros alegóricos pelas ruas de Coimbra durante o tradicional cortejo da Queima das Fitas.
"Estas eleições directas são “decisivas” para traçar o futuro do partido, depois de fase com “papel menor” na oposição, disse a candidata à liderança do PSD".
… e as novas fazem-se velhas!
Assim devem pensar o autarcas sociais-democratas, pois, segundo nos revela o Diário de Notícias desta sexta-feira, as “Câmaras lideradas pelo PSD são as piores a pagar dívidas”.
Acabo de receber telefonemas de “companheiros” do PPD/PSD que ao ouvirem Pedro Santana Lopes na RTP1 a dizer que se propõe apresentar propostas de rescisão de cem mil contratos com trabalhadores da Função Pública, em vez de lhes proporem que se candidatem à aposentação, o que manteria a despesa na ADSE, se oferecerão para serem os primeiros a assinar a desvinculação ao funcionalismo público.
Segundo fonte fidedigna, Santana Lopes aproveitou o almoço do 1.º de Maio com os trabalhadores sociais-democratas para perceber a receptividade da sua proposta.
A Associação de Nadadores Salvadores do Litoral Alentejano, Resgate, vai fazer «vigilância de prevenção» nas praias «mais frequentadas» da região, em regime de voluntariado, no próximo fim-de-semana, prolongado para muitas pessoas, revelou o coordenador da organização, citado pela agência Lusa.
A associação propõe-se dar assistência, «à borla», nas praias mais concorridas dos concelhos de Sines (S. Torpes, Porto Covo e Costa do Norte), Santiago do Cacém (Costa de Santo André e Fonte do Cortiço) e Odemira (Vila Nova de Milfontes e Zambujeira do Mar).
«Já pedimos autorização à Capitania do Porto de Sines para usar os meios do Instituto de Socorros a Náufragos (ISN) e temos vários nadadores disponíveis para ir para a praia nestes quatro dias) - entre quinta-feira, 01 de Maio, e domingo, 04 de Maio -, adiantou à agência Lusa o coordenador António Mestre.
Uma acção do género já foi realizada durante o passado fim-de-semana, depois do primeiro acidente balnear mortal deste ano, que vitimou uma jovem de 15 anos na praia da Costa de Santo André, na sexta-feira.
A vigilância às praias nesta altura do ano, fora da época balnear (que decorre de 1 de Junho a 30 de Setembro), é feita pontualmente, de forma «totalmente voluntária».
«Falta um mês para a época começar e já está muito calor. Nestes fins-de-semana alargados, a afluência às praias é muito grande e isso deixa-nos preocupados com eventuais acidentes», explicou António Mestre.